gal vence

Fim de Semana com as Super Taças - Vamos encher os Pavilhões - mas com dignidade a Modalidade merece
Calendário e Resultados na Barra Direita

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

VII Mundial Juvenil Masculino (Sub-19) – 2017 – XVII

MUNDIAL DE SUB-19 MASCULINO
2017 – GEÓRGIA
FRANÇA RENOVA O TITULO
PORTUGAL EM 7.º LUGAR
foto ihf

Terminou o VII Campeonato Mundial do Escalão que se a disputou, com 24 equipas em Tibilisi na Geórgia de 8 a 20 de Agosto de 2017, com Portugal a terminar em 7.º Lugar após vitória sobre o Japão no seu último jogo. Podendo esta nossa participação ser quase considerada boa ou excelente depende dos potos de vista de cada um, pois foi a primeira vez que participamos numa Fase Final desta prova.

Apesar de terem cumprido um dos objectivos enunciados pelo Seleccionador dos “A”, Paulo Jorge Pereira, e que foram conseguidos com mérito em especial de alguns atletas, embora, conforme já referimos, pela nossa parte aceitamos outro tipo de análises, o que não podemos deixar passar em claro são as afirmações do técnico já referido, quando diz nomeadamente, “que a nossa equipa está espremida pois os russos tem a possibilidade rodar mais a equipa, e é mais madura, --- há jogadores como Luís Frade, Jenilson Monteiro, Ruben Ribeiro e Leonel Fernandes que praticamente têm jogado os 60 minutos…”, são declrações que nos levam a questionar o conjuntos dos selecionados, o porquê de André Gomes não ter sido substituído, e se valeu a pena levar 16 jogadores, pois no ver do treinador nacional, confirmadas nas suas declarações Portugal não têm suplentes à altura e daí não ter feito rotatividade do plantel, então para que serviram os estágios? Não fica bem a um técnico Nacional questionar desta forma aqueles que ele próprio pretensamente escolheu.
foto ihf
Com os objectivos primários compridos, Portugal defrontou a Rússia, no primeiro jogo para definição dos 5/8 lugar. Portugal, apresenta-se para este encontro com a “derrota previamente anunciada”, face ás declarações do técnico Nacional, que apesar das suas inoportunas declarações volta a apresentar a mesma equipa inicial, não fazendo qualquer rotação do plantel, e deste modo duramos até aos 17 minutos, quando estávamos na frende do marcador por 9-6, para de seguida sofrermos um parcial de 6-1 em 8 minutos e aos 25 minutos já nos encontrávamos a perder por 12-10, para chegarmos ao intervalo a perder por 14.12. no segundo tempo nem existe quase nada para contar a não ser o total desequilíbrio de uma pseudo equipa que aos 50 minutos, perdia por um diferencial inicialmente impensável (9 golos), quando o marcador assinalava 29-20 a favor da equipa russa, mais uma vez as faltas técnicas foram mais que muitas, os remates precipitados nem se fala, alguns foram autênticos “aviões”, e outros autênticas “agressões” ao guarda-redes russo, apenas assinalámos que o melhor jogador português assim considerado pela organização foi Diogo Silva (9 golos), que desta vez esteve uns furos acima do que têm produzido, e pelo lado dos russos, o seu melhor jogador foi Sergey Nikolaenko (12 golos), e melhor marcador de todo o jogo, Dirigiu o jogo a dupla do Uruguai constituída por Cristian Martines e Fabian Sosa, que dirigiram o encontro sem qualquer problema e também não os arranjando. Com esta derrota vamos discutir o 7/8 lugar com a equipa do Japão. Neste encontro, Portugal que apresentou outras alternativas que não s que têm jogado quase sempre, que teve um primeiro tempo de algum equilíbrio e alternância no marcador com o intervalo a chegar com Portugal na frente do marcador por 14-13, no segundo tempo, Portugal comandou sempre o marcador alcançando a vantagem máxima de 9 golos aos 59 minutos (34-25), e consolidando a sua vitória e consequentemente o 7.º lugar na prova, Diogo Silva que ao contrário de outros encontros apenas jogou cerca de 17 minutos foi o melhor marcador de Portugal com 11 golos e considerado o melhor jogador da equipa, Gonçalo Vieira, outro dos jogadores menos utilizados, neste encontro com cerca de 20 minutos, foi o marcador que se lhe seguiu com 6 golos. Na equipa do Japão o seu jogador número 7 Tokuda, com apenas 5 golos foi considerado o melhor jogador da equipa, sendo no entanto o seu melhor marcador Sueoka com 9 golos. Jogo dirigido sem problemas pela dupla russa constituída por Dmitry Kiselev e Alexey KIyashko.

Resultados

1/2 Final
Dia 19-08-17
Croácia 24 – 26 Espanha
França 35 – 27 Dinamarca
5/8 Lugar
Dia 19-08-17
Suécia 34 – 28 Japão
Portugal 26 – 33 Rússia

Dia 20-08-17
7/8 Lugar
Japão 26 – 34 Portugal
5/6 Lugar
Suécia 26 – 25 Rússia
3/4 Lugar
Croácia 29 – 30 Dinamarca
Final
Espanha 25 – 28 França

Com os primeiros lugares a serem mais uma vez discutidos por equipas do Continente Europeu, com a França e a Espanha a estarem mais uma vez nos lugares cimeiros do escalão, e a Dinamarca a passar de 7.ª classificada no último Mundial do escalão para  o 3.º lugar, assim como a Croácia, passou de 14.º, para o 4.º, com a França após sensacional jogo com a Espanha a renovar o seu titulo no escalão, e as Espanha a passar de 4.º lugar no último Mundial, para vice campeã.

All Star team e MVP

Ponta Esquerda – Emil Jakobsen (Dinamarca)
Lateral Esquerdo – Emil Laerke (Dinamarca)
Central – Ian Tarrafeta (Espanha)
Lateral Direito – Ivan Martinovic (Croácia)
Ponta Direito – Edouard Kempf (França)
Pivot – Luís Frade (Portugal)
Guarda Redes – Maksim Popov (Rússia)

MVP – Kyllian Vileminot (França)

Melhor Marcador – Teitur Einarsson (Islândia) 66 golos

Uma referência especial para o melhor pivot da prova ser o português Luís Frade, ao qual endereçamos desde já os nossos parabéns.

Classificação final 1.º França. 2.º Espanha, 3.º Dinamarca, 4.º Croácia, 5.º Suécia, 6.º Rússia, 7.º Portugal, 8.º Japão, 9.º Alemanha, 10.º Islândia, 11.º Tunísia, 12.º Coreia, 13.º Eslovénia, 14.º Egipto, 15.º Polónia, 16.º Chile, 17.º Noruega, 18.º Sérvia, 19.º Brasil, 20.º Geórgia, 21.º Argentina, 22.º Bahrain, 23.º Argélia, 24.º México.

O Formador

Nomeações – EHF – 2017 / 2018 – I

A EHF divulgou novas nomeações para algumas das suas provas Europeias de Clubes, tendo Portugal sido contemplado até ao momento com uma nomeação para Delegado.

Delegados
Manuel Conceição – Foi nomeado para os encontros da 1.ª Eliminatória da EHF CUP Masculina, que se disputam na Bélica, nos dias 2 e 3-09-17, entre o RK Partizan 1949 Tivat (Montenegro) e o Achilles Bocholt (Bélgica ).

Ao nomeado desejamos as maiores felicidades no desempenho das suas funções.

O Regras

Europeu Sub-17 Feminino – 2017 – VI

EURO SUB-17 FEMININO
(1.ª DIVISÃO)
ESLOVÁQUIA
ALEMANHA CAMPEÃ DA EUROPA

Está a disputar-se na Eslováquia desde o dia 10 de Agosto e vai terminar em 20 de Agosto a Fase Final da 1.ª Divisão dos SUB-17 Femininos, terminando a disputa da Mais Round e da Intermediate Round, nesta prova, Portugal encontra-se representado, através da arbitragem, conforme notícia por nós difundida em 14-04-17, pela dupla feminina Vânia Sá e Marta Sá.

Resultados Finais

1/2 Final
Dia 18-08-17
Hungria 21 – 26 Noruega
França 21 – 27 Alemanha

Dia 20-08-17
7/8 Lugar
Roménia 30 – 25 Espanha
5/6 Lugar
Dinamarca 24 – 32 Rússia
3/4 Lugar
Hungria 32 – 18 França
Final
Noruega 18 – 23 Alemanha

All Star Team
Guarda-redes – Diana Ciuca (Roménia)
Ponta Esquerda – Anna Hausherr (Alemanha)
Lateral Esquerda – Jana Casol (Espanha)
Central – Tamara Pal (Hungria)
Pivot – Pauletta Foppa (França)
Lateral Direita – Valeriia Maslova (Russia)
Ponta Direita – Henrikke Hauge (Noruega)

Melhor Defensora – Isabelle Andersson (Suécia)
Melhor Marcadora – Zoe Sprengers (Holanda)

MVP – Aimee Pereira (Alemanha)

Classificação final 1.º Alemanha. 2.º Noruega, 3.º Hungria, 4.º França, 5.º Rússia, 6.º Dinamarca, 7.º Roménia, 8.º Espanha, 9.º Suécia, 10.º Holanda, 11.º Montenegro, 12.º Eslováquia, 13.º Croácia, 14.º Áustria, 15.º Sérvia, 16.º Republica Checa.

Arbitragem

A dupla portuguesa após ter dirigido os jogos por nós já indicados, dirigiram apenas mais um encontro, consideramos que face aos jogos para que foram nomeadas, algo não deve ter corrido dentro do previsto.

Holanda / Eslováquia – 9/12 Lugar

Como de costume o portal da FAP é pródigo em não informação.

O Noticias

domingo, 20 de agosto de 2017

Época 2017/2018 - XIX Torneio de São Mateus - II

GOG (DINAMARCA) VENCE
TORNEIO INTERNACIONAL DE VISEU
(XIX TORNEIO DE SÃO MATEUS)
(SUCEDE AO SPORTING)

Terminou mais um tradicional Torneio de S. Mateus, agora designado por Torneio Internacional de Viseu, que na prática, apesar de já se terem disputado outros torneios este ano, volta a ser o torneio de referência para dar início à época desportiva 2017 / 2018.
De destacar mais uma vez e pela negativa mais uma vez a ausência da Televisão Pública nestes eventos. Bem como a afluência de público, não foi a desejada, muito provavelmente devido as altas temperaturas que se fazem sentir. Valeu a pena as transmissões através da Andebol TV e dos canais de Televisão dos clubes portugueses, e a final através da TVI24.

Os Jogos foram disputados no Pavilhão Cidade de Viseu.

No segundo e último dia, tivemos um dérbi, que todos julgavam que seria a final do Torneio, mas a imprevisibilidade e o andebol, proporcionam surpresa como esta, assim o Sporting / Benfica, foi um encontro para decidir o 3/4 Lugar na prova. Foi um jogo onde ambos os técnicos, procuram o entrosamento das suas equipas, e um sete base, bem como a total integração dos seus reforços. Foi um jogo que em espacial na equipa do Benfica se verificaram grandes diferenças para melhor em relação ao jogo da véspera, com maior intensidade de jogo em especial em termos defensivos, com boas transições defesa / ataque, e no ataque organizado verificou-se já a influência de Pedro Seabra (4 golos) que juntamente com Belone Moreira (7 golos), são as principais armas na organização, muito bem acompanhados por Alexandre Cavalcanti (5 golos), a marcar e assistir, contando ainda na baliza com Hugo Figueira já em excelente forma. O Sporting, apesar de também ter verificado algumas melhorias, não teve um Asanin na baliza em dia sim apesar de ter estado melhor que na véspera, mas ainda apresenta grandes dificuldades nas transições, e o seu ataque ainda não apresenta organização, pecando muitas vezes pelo individualismo dos seus praticantes. Carlos Ruesga foi como de costume um exímio central, sendo até o seu melhor marcador com 9 golos, chegando a jogar a lateral esquerdo, Bozovic, esteve bem melhor que na véspera com 6 golos, apesar do 7 metros falhado aos 34 minutos de jogo, quando a bola lhe foge da mão para a linha lateral. O Benfica comando o jogo e o marcador praticamente durante durante os 60 minutos, chegando por diversas vezes a ter 5 golos de vantagem, como são exemplos, 7-2 aos 10 minutos, 12-7 aos 17 minutos, para o intervalo chegar com o Benfica na frente por 17-15, uma entrada do Sporting, coloca o resultado na diferença mínima 17-16, mas aos 40 minutos de jogo, já estavam novamente com 5 golos de desvantagem e perdiam por 25-20, o melhor que conseguiram foi uma igualdade a 30 golos aos 54 minutos, mas nunca passaram para o comando do marcador, com Hugo Fogueira a marcar o último golo da sua equipa, que terminou como vencedora, e em 3.º lugar no torneio. Jogo dirigido pela jovem bracarense, Fernando Costa e Diogo Teixeira, que não tiveram quaisquer problemas, apesar de considerarmos excessiva o número de exclusões que se verificou. No jogo da Final, foi um encontro sem história, tal a superioridade demonstrada pela equipa dinamarquesa do GOG, diante um Águas Santas bastante limitado. O jogo foi de tal forma controlado pelos dinamarqueses com o seu andebol de alta qualidade servido por excelentes praticantes, com uma completa demonstração de como se fazem rápidas transições defesa ataque, defendendo a preceito e controlando todo o ataque sempre que não havia rápidas transições defesa / ataque, comandaram o jogo e o marcador durante os 60 minutos e aos 11 minutos de jogo já venciam por 5-1, para chegarem ao intervalo a vencerem por 15-7. No segundo tempo e apesar da temperatura que se fazia sentir dentro pavilhão não abrandaram o ritmo e terminaram vencendo por 36-17, resultado sem qualquer discussão. Encontro que nem vale a pena referir nomes em especial a não ser os melhores marcadores de cada equipa, Magnus Jondal com 9 golos pelo GOG, e Elias António com 6 golos pelos maiatos. Dirigiu o encontro André Nunes e Rubem Maia, que tiveram a vida facilitada, mas em algumas ocasiões parecia que queriam complicar, em especial no aspecto da aplicação da sanção progressiva.

Resultados

Dia 19-08-17
Sporting 31 – 35 GOG
Benfica 25 – 26 Águas Santas
Dia 20-08-17
3º e 4º classificados
Sporting 31 – 34 Benfica
Final
GOG 36 – 17 Águas Santas

Classificação Final1.º GOG, 2,º Águas Santas, 3.º Benfica, 4.º Sporting.

O Noticias

Europeu Sub-17 Feminino – 2017 – VII – Lituânia

EURO SUB-17 FEMININO
(2.ª Divisão)
LITUÂNIA
PORTUGAL CAMPEÃO EUROPEU

Disputou-se na Lituânia de 14 a 29-08-17 uma das provas da 2.ª divisão dos Sub-17 femininos, Este novo esquema de provas em femininos entrou em vigor precisamente nos Sub-17 e nestes Europeus, e apenas entrará em vigor nos Sub-19, em 2019.
Portugal depois de ter vencido o seu grupo nesta prova, disputou a final desta prova, precisamente defrontando a equipa da casa, num jogo onde o poderio físico da equipa adversária poderia ser um factor determinante para o resultado final, mas não foi só o poderia físico, pois outros factores iam influenciando a resultado final. Portugal teve de jogar o seu melhor, e houve momentos em que foi atraiçoado pelos nervos, cometendo mais faltas técnicas neste encontro do que em todos os jogos anteriores, a acrescenta a tudo isto até a precipitação no remate desta vez foi mais elevada, conjugando todos estes factores tivemos um encontro com um primeiro tempo de grande equilíbrio, onde as igualdades e alternâncias no comando se sucederam com a equipa da Lituânia, a chegar ao intervalo a vencer por 14-13. No segundo tempo, uma melhor entrada da equipa da casa, coloca o resultado a seu favor por 19-14, quando estavam decorridos cerca de 37 minutos de jogo, diferencial que se mantinha aos 38 minutos (20-15), mas a garra e determinação desta equipa e a sua forte qualidade, levaram a que realizasse um parcial de 5-0 em 9 minutos e aos 47 minutos de jogo, tínhamos uma igualdade a 20 golos, para aos 54 minutos Portugal passar em definitivo para o comando do marcador por 23-22, chegando a ter 3 golos de vantagem, quando o marcador assinalava 25-22 aos 58 minutos de jogo e sofre dois golos quase de seguida ambos conseguidos com excesso de apoios. Portugal demonstrou a sua forte personalidade ao jogar os últimos 10 minutos, com 7 jogadores de acampo, sempre que atacava. O grande destaque do jogo vai para a equipa no seu conjunto que nunca se desuniu, e para a melhor jogadora da equipa Nacional, Beatriz de Sousa e melhor marcadora da equipa e do jogo com 9 golos, sendo ainda a 2.ª melhor marcadora da prova com 39 golos, e para a Melhor jogadora da Lituânia a sua guarda-redes Jolanda Kosiakaite. Dirigiu o jogo a dupla polaca constituída por Andrzej Chrzan e Michal Janas, que não estiveram nos seus dias, ou estavam demasiado pressionados, pois assinalaram 13 exclusões no total, assinalando 8 livres 7 metros contra Portugal , fora as faltas de atacante que não foram assinaladas, esquecendo-se completamente do principio da equidade. Terminamos com os nossos sinceros parabéns á equipa e a toda a comitiva.

Resultados Finais

Jogos Classificativos – 20-08-17
9/10 Lugar
Geórgia 23 – 20 Letónia
7/8 Lugar
Itália 36 – 13 Grã-Bretanha
5/6 Lugar
Bielorrússia 27 – 17 Ucrânia
3/4 Lugar
Turquia 27 – 17 Finlândia
Final
Portugal 25 – 24 Lituânia

Classificação Final1.º Portugal, 2.º Lituânia, 3.º Turquia, 4.º Finlândia, 5.º Bielorrússia, 6.º Ucrânia, 7.º Itália, 8.º Grã-Bretanha, 9.º Geórgia, 10.º Letónia.

Segundo esquema em tempos divulgado pela EHF, Portugal, já terá alcançado a subida de divisão, mas para uma melhor garantia, e como se fala apenas numa equipa, nada como vencer a final.

Apenas lamentamos que passado quase 2 horas sobre a realização do encontro não exista informação que no site da organização quer no Portal da EHF

O Noticias

sábado, 19 de agosto de 2017

Época 2017/2018 - XIX Torneio de São Mateus - I

TORNEIO INTERNACIONAL DE VISEU
(XIX TORNEIO DE SÃO MATEUS)
FINAL SURPRESA

Voltou a realizar-se o tradicional Torneio de S. Mateus, agora designado por Torneio Internacional de Viseu, que na prática, apesar de já se terem disputado outros torneios este ano, volta a ser o torneio de referência para dar início à época desportiva 2017 / 2018, realizando-se num fim-de-semana que coincide com um Seminário Técnico, e uma acção de formação para quadros de arbitragem, com o Conselho de Arbitragem, a não emitir qualquer informação no Portal da FAP, como era sua obrigação, pois apenas o Presidente da AA Viseu anunciou a sua realização.

De destacar mais uma vez e pela negativa mais uma vez a ausência da Televisão Pública nestes eventos.

Os Jogos foram disputados no Pavilhão Cidade de Viseu.

No primeiro dia do torneio, assistimos a dois jogos com alguma animação, e com uma presença de uma equipa Dinamarquesa, que apresentou um excelente nível de andebol, defrontou um Sporting, que se apresentou demasiado frágil, sem agressividade defensiva, demasiado previsível no ataque, e sem velocidade na execução das suas acções atacantes, durando apenas 16 minutos, quando se registava uma igualdade a 10 golos, depois sofre um parcial de 5-0, em 7 minutos dos 16 aos 23, ficando a equipa dinamarquesa do GOG, na frente do marcador por 15-10, situação que não mais largou até final do encontro, chegando ao intervalo a vencer por 17-12. No segundo tempo com os homens do GOG a usarem a sua arma preferida o contra-ataque onde foram exímios, e os lançamento de saída rápidos, diante uma equipa sem qualquer recuperação e que constituiu uma desilusão, a sua prestação, chegaram aos 8 golos de vantagem quando estavam decorridos cerca de 49 minutos de jogo (32-24), para posteriormente, passarem a controlar o jogo e o marcador, com o Sporting, após uma falha de energia no pavilhão, surgir um pouco mais agressivo em termos defensivos, provocando o erro do adversário, e conseguir reduzir para o resultado final de 35-31. No Sporting sem Cudic, lesionado, e com Frankis Carol a “aquecer” o banco, não sabemos o motivo, pensamos que por lesão, e com Asanin completamente fora de forma, apenas Pedro Portela (5 golos), e Miclael Kopko (7 golos) e melhor marcador da equipa, a apresentarem-se a um nível já razoável, foi presa fácil de uma equipa, que tem na rapidez de execução e no contra-ataque as suas principais armas, contando para tal com um excelente guarda-redes, Ole Ercvik, e com Magnus Jondal, a concretizar 10 golos e a ser o melhor marcador do jogo. Jogo dirigido pela jovem dupla de Lisboa / Leria, constituída por Miguel Ventura w João Mendes, que realizaram uma actuação positiva, para inicio de época, estando especialmente bem no critério dos 7 metros, e na sanção progressiva, já cometendo alguns erros, embora sem influência no resultado na falta do atacante.

No outro encontro tivemos um Benfica / Águas Santas, que foi de um equilíbrio surpreendente, mas jogado a uma velocidade de “passeio”, com a equipa do Águas Santas, onde se notam as ausências de alguns dos seus atletas que se encontram no Mundial de Sub-19, jogou muitas das vezes a passo com os seus mais experientes jogadores a impor o ritmo que mais lhes convinha, e contou na baliza com um experiente António Campos em dia sim, e e com alguns dos seus jovens jogadores, como Ruben Sousa (7 golos, e melhor marcador da equipa), juntamente com Jorge Mendes (3 golos) a fazerem um excelente jogo, numa equipa, que chegou ao intervalo com o resultado estabilizado numa igualdade a 11 golos, quando aos 14 minutos de jogo perdiam por 6-3, máxima diferença registada a favor de uma das equipas no primeiro tempo, registando-se a primeira igualdade a 6 golos aos 17 minutos de jogo. O Benfica por sua vez que apresentou todos os seus reforços, incluindo o brasileiro João Silva, que nos pareceu uma mais-valia para a equipa, cometeu demasiadas falhas técnicas, quando tentou introduzir velocidade no jogo, que esbarrava, na excelente organização defensiva da equipa maiata, tendo em Pedro Seabra Marques (5 golos) e em Belone Moreira 6 golos, e melhor marcador da equipa que juntamente com Hugo Figueira que apenas jogos no primeiro tempo as suas principais figuras. No segundo tempo as características do encontro não se alteraram, e aos 45 minutos o Águas Santas passou a 1.ª vez para a frente do marcador (19-18), e a partir deste momento, comandou mais vezes o marcador, chegando aos 4 golos de vantagem aos 54 minutos (26-22), para nos 6 minutos finais jogar até à exaustão nos limites do jogo passivo, não concretizando mais nenhum golo, mas quer Pedro Cruz (5 golos), quer Elias António (5 golos) foram os mestres da vitória, e da grande surpresa da prova. Dirigiu o encontro a dupla mista de Lisboa / Santarém constituída por Tiago Correia e João Correia, que na nossa opinião teriam realizado uma excelente actuação senão fosse o excesso de rigor na sanção progressiva, com exclusões a mais (13 no total.

Calendário e Resultados

Dia 19-08-17
Sporting 31 – 35 GOG
Benfica 25 – 26 Águas Santas
Dia 20-08-17
3º e 4º classificados
Sporting – Benfica (15H30) Andebol TV
Final
GOG – Águas Santas (17H30) TVI24

O Noticias

Europeu Sub-17 Feminino – 2017 – VI – Lituânia – Actualizado

EURO SUB-17 FEMININO
(2.ª Divisão)
LITUÂNIA
PORTUGAL NA FINAL

Na continuação dos textos que temos escrito acerca desta prova, que é o primeiro Europeu a ser realizado segundo o novo esquema estabelecido pela EHF para os escalões mais jovens, e onde Portugal, que se encontra enquadrado numa Organizações da 2.ª Divisão em Femininos, que se disputa em  Klaipeda (Lituânia) – desde de 14 a 20 de Agosto de 2017, tendo as equipas sido dívidas numa 1.ª Fase da Prova, em dois (2) Grupos A e B, que terminaram com as seguintes classificações:

Grupo A 1.º Portugal, 2.º Turquia, 3.º Bielorrússia, 4.º Itália e 5.º Geórgia.
Grupo B1.º Lituânia, 2.º Finlândia, 3.º Ucrânia. 4.º Grã-Bretanha, e 5.º Letónia.

Depois de nas duas primeiras jornadas Portugal ter justificado o seu estatuto de favorita, vencendo de forma clara as suas adversárias, e assumindo o comando do Grupo, com um diferencial extremamente agradável, defrontou na 3.ª Jornada, aquela que conforme dissemos na altura seria provavelmente o principal adversário da equipa Nacional, a Turquia. Portugal entrou no jogo decidida e mais uma vez jogando como verdadeira equipa, e com o seu técnico em constante conversa, corrigindo e orientando a sua equipa, tanto a defender como a atacar, e rodando o seu plantel de forma a manter um equilíbrio constante de forças, e ao mesmo tempo obtendo sempre um rendimento apreciável das suas principais atletas, controlou em absoluto o jogo, vencendo mais uma vez por uma confortável margem, surpreendendo tudo e todos com a qualidade do andebol praticado, chegando ao intervalo a vencer já por 22-10, resultado completamente elucidativo, diga-se que no segundo tempo existiu mais controlo do jogo chegando progressivamente aos 14 golos de vantagem por exemplo aos 52 minutos (36-22), para concluir o encontro quase sem falhas técnicas cometidas o que é sempre de louvar. Beatriz Sousa com 10 golos, uma das melhores marcadoras portuguesas, foi considerada a melhor jogadora portuguesa do jogo, teve sempre a agradável companhia, de Eulália Mendes igualmente com igual número de golos. Uma palavra para o agradável rendimento das duas guarda-redes de Portugal, Luísa Cortes e Rosa Gonçalves, que foram sempre secundadas por uma verdadeira equipa. Nas turcas destaque para a guarda-redes Aysenur Sensoz, que foi considerada melhor jogadora da equipa turca. Com este resultado Portugal assume amplo favoritismo para vencer o seu grupo e disputar o título nesta prova. Dirigiu em problemas a dupla polaca, constituída por Andrzej Chrzan e Michal Janas. No último jogo do grupo defrontamos a única equipa que ainda nos podia causar problemas a Bielorrússia, mas uma vez apesar da equipa adversária ter sido a primeira a marcar rapidamente Portugal de colocou na frente do marcador, actuando colectivamente muito a preceito, de tal forma que aos 13 minutos vencia por 8-3, para atingir a diferença máxima no primeiro tempo aos 17 minutos, quando vencia por 12-4 (8 golos de diferença),para de seguida entrar num período de acalmia e gestão que deu origem a uma recuperação das bielorrussas, que aos 26 minutos perdiam apenas por um diferencial de 4 golos (16-12), para o intervalo chegar com o resultado a favor de Portugal por 19-12, após um parcial de 3-0. No segundo tempo, uma boa entrada da equipa Nacional, que progressivamente vai aumentando o diferencial que chega a ser de 12 golos, por diversas ocasiões (27-15, 28-16, e 30-18, como exemplo), a última das quais quando estavam decorridos cerca 50 minutos de jogo, e com uma extraordinária exibição da guarda-redes bielorrussa Valeryia Kurliandchyk, que veio a ser considerada a melhor jogadora da sua equipa, e com Portugal entrando em gestão nos 10 minutos finais, a equipa da Bielorrússia, termina por perder por apenas 7 golos de diferença. Portugal atinge assim o seu primeiro objectivo, disputar a final que esperamos seja o corolário do que esta equipa têm feito jogando a uma boa velocidade no ataque e actuando como verdadeira equipa. Mais uma vez Beatriz Sousa com 8 golos foi a melhor marcadora Nacional, com Joana Resende (6 golos) a ser considerada a melhor jogadora da equipa Portuguesa. Jogo dirigido pela dupla do Kosovo, constituída por Xhema Sherif e Jahja Besfort, que nos pareceu desequilibrada em especial na aplicação da sanção progressiva e nos 7 metros.

Resultados de Portugal na 1.ª Fase

1.ª Jornada
Dia 14-08-17
Portugal 43 – 19 Itália
2.ª Jornada
Dia 15-08-17
Geórgia 11 – 48 Portugal
4.ª Jornada
Dia 18-08-17
Turquia 25 – 40 Portugal
5.ª Jornada
Dia 19-08-17
Portugal 31 – 24 Bielorrússia

Jogos Classificativos – 20-08-17
9/10 Lugar
Geórgia - Letónia
7/8 Lugar
Itália – Grã-Bretanha
5/6 Lugar
Bielorrússia – Ucrânia
3/4 Lugar
Turquia - Finlândia
Final

Portugal – Lituânia 

Segundo esquema em tempos divulgado pela EHF, Portugal, já terá alcançado a subida de divisão, mas para uma melhor garantia, e como se fala apenas numa equipa, nada como vencer a final.

O Noticias

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Movimentações de Atletas – 2017 – IV

Novo texto sobre movimentos de atletas, continuando com o mesmo critério, ou seja só se dará informação dos movimentos de atletas que são praticamente certos, e daqueles em que a possibilidade de se concretizarem é quase garantida. Informa-se ainda de que apenas falaremos naqueles em que a garantia das fontes nos dê credibilidade. Esta época, começamos mais cedo a fornecer as informações que nos forem chegando.

Técnicos

Gabriel Oliveira – Arsenal (Renovação)
Eduardo Ferreira – Boavista (Novo, Juniores)
Gabriel Oliveira – Arsenal (Saída)
Bruno Rebelo – Carregal do Sal (Renovação)
Jorge Carvalho – Boavista FC (novo)
Domingos Nunes – Póvoa Lanhoso (Saída)
Domingos Nunes – Arsenal (novo)

Renovações

Diogo Alves – Madeira SAD
Pedro Rodrigues – Madeira SAD
Nuno Henriques – FC Porto
João Carvalho – AA Avanca
Vasco Santos – AC Fafe

Movimentos Conhecidos

Alberto Gomes – São Bernardo / AA Coimbra
Igor Zabic – Sporting / Wisla Plock (Polónia)
Ricardo Silva – Boa Hora / Belenenses
Ruben Santos – FC Porto / Águas Santas
Luís Oliveira - ---- / Arsenal
Gonçalo Areia – ABC / Arsenal
João Cunha – ABC / Arsenal
João Casal – Passos Manuel / Boa Hora
João Gonçalves – AC Fafe / Arsenal
Denis Tiselita – CDE Camões / Boa Hora
André Lima – Benfica / Boa Hora
Cesar Gonçalves – Xico Andebol / CCR Fermentões
Gustavo Carneiro – Águas Santas / Águas Santas
Gabriel Cavalcanti – Belenenses / Boa Hora
Boban Popov – (Macedónia) / CD Marienses
Daniel Vieira – AC Lamego / AA Avanca
Borche Ristevski – (Macedónia) / CD Marienses
Miguel Sarmento – ABC / Fyllingen (Noruega)
Rafael Andrade – Cabo Verde / AA Avanca

Movimentos A Confirmar

Athur Patrionova – Geilje Pivovarna (Eslovénia / Benfica)

Saídas Confirmadas com Destino Desconhecido

Nuno Rebelo – Águas Santas
Albano Lopes – São Bernardo

Indefinidos

Hugo Santos – FC Porto

Abandonos

Filipe Pinho – Belenenses
João Pinho – São Bernardo
José Vigário – AA Avanca
André Silva – AA Avanca
João Esteves – São Bernardo

O Administrador

Planteis PO01 – Época 2017 / 2018 – AC Fafe

Continuamos hoje a publicação dos planteis das equipas da PO01, sem nenhuma ordem especifica, dependendo apenas de termos ou não reunidos todos os elementos de que necessitamos.

Hoje publicamos o Plantel do AC Fafe

AC FAFE

Pavilhão – Municipal de Fafe
Nota – Reinicio dos Trabalhos – 02-08-17

O Noticias

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

VII Mundial Juvenil Masculino (Sub-19) – 2017 – XVI

MUNDIAL DE SUB-19 MASCULINO
2017 – GEÓRGIA
(1/4 Final)
PORTUGAL DERROTADO NOS 1/4 FINAL

Disputaram os jogos dos 1/4 Final deste VII Campeonato Mundial do Escalão que se a disputar, com 24 equipas em Tibilisi na Geórgia desde 8 de Agosto e irá terminar a 20 de Agosto de 2017.

Depois de um comportamento onde alguns dos objectivos foram conseguidos com mérito em especial de alguns atletas, embora pela nossa parte não recusemos outro tipo de análises, o certo é que o comportamento da Selecção Nacional, em especial no último encontro, conforme por nós escrito, fomos merecidamente apurados para os 1/4 Final, mas jogando com pouca rotatividade do plantel, e com a duvida de quem é o treinador desta equipa se Nuno Santos, que não abre a boca, e se por Paulo Jorge Pereira, que conhecemos como Seleccionador Nacional “A”.
Depois deter cumprido os objectivos propostos, o Seleccionador “A”, que era Portugal ficar entre 8 primeiros, acabamos por discutir os 1/4 Final diante a equipa de França, actual, Campeã Mundial em título do escalão, num jogo em que era francamente favorita, esperando-se no entanto uma réplica com dignidade e garra por parte da equipa Portuguesa. Mantemos viva a questão que colocamos e que não obteve qualquer resposta, ou seja porque é que Portugal não substitui o André Gomes ao abrigo dos Regulamentos da IHF, como já têm sido feitos por outras equipas nesta prova, situação incompreensível. Se forem questões financeiras, não compreende a “Mega” acção de formação levada a cabo pela FAP em Viseu nos dias 19 e 29-08-17. No entanto Portugal apresentou-se neste encontro com os mesmos defeitos que já tinha demonstrado em alguns dos jogos anteriores, excesso de número de faltas técnicas (maus passes, más recepções, faltas do atacante, e até excesso de violações da área), para não falarmos na autêntica precipitação no momento do remate, e no ataque tivemos jogadores que foram nitidamente passadores de bola, e outros com medo rematar e falhar, e outros ainda, que nem atacavam nem defendiam, e uma das principais diferenças entre as duas equipas, foi a velocidade de execução, enquanto Portugal jogava a “10 à hora” a França jogava a 100, e desta forma sem rotatividade do plantel, não estranha a derrota, mas estranha isso sim a diferença final, pois até aos 20 minutos perdíamos pela diferença mínima (10-9), mas aí acabou a equipa, onde na nossa opinião Diogo Valério este muito bem e pedir-lhe mais era impossível, assim Luís Frade (5 Golos), que acabou por o melhor jogador português e bem na igualmente na nossa opinião, bem acompanhado neste aspecto por Francisco Pereira com igual número de golos, para se ter uma noção do comportamento da equipa Nacional, apenas dizemos que ao intervalo perdíamos por 16-12, mas aos 41 minutos de jogo, já tínhamos esgotado os Time-OUT’s e já perdíamos por 24-16, e começamos a rodar o plantel aos aos 50 minutos de jogo quando perdíamos por 29-20. Assim com esta derrota iremos discutir os lugares entre o 5.º e o 8.º lugar, de destacar ainda a excelente prestação do guarda-redes francês Valentim Kieffer, considerado o melhor jogador da sua equipa. Dirigiu e bem o jogo a dupla croata composta por Davor Loncar e Zoran Loncar.

Resultados

1/4 Final – e Jogos do 9.º ao 16.º Lugar – 17-08-17

Suécia 25 – 27 Croácia (C/Prolongamento)
Japão 27 – 32 Espanha
Portugal 2434 França
Dinamarca 37 – 28 Rússia

1/4 Final, que disputadas com 7 equipas do Continente Europeu, e Japão do Continente Asiático, resultaram umas 1/2 Final, onde se defrontam algumas das equipas mais fortes no escalão, com a Croácia 14.º Classificada no último Mundial, e contra quem Portugal, empatou na Fase Preliminar, a apurar-se para as 1/2 Final, com a Espanha a sentir grandes dificuldades para ase apurar.

1/2 Final
Dia 19-08-17
Croácia – Espanha (17H30)
França – Dinamarca (20H00)
5/8 Lugar
Dia 19-08-17
Suécia – Japão (12H30)
Portugal – Rússia (15H00)

Jogos Classificativos
Dia 17-08-17
9/10 Lugar
Islândia 26 – 37 Alemanha
11/12 Lugar
Coreia 34 – 36 Tunísia
13/14 Lugar
Egipto 30 – 35 Eslovénia
15/16 Lugar
Polónia 33 – 30 Chile

NORUEGA
VENCEDOR DA PRESIDENTE’S CUP
(Sucede a Alemanha)
Dia 17-08-17
17/18 Lugar
Noruega 30 – 25 Sérvia
19/20 Lugar
Geórgia 23 – 32 Brasil
21/22 Lugar
Bahrain 24 – 25 Argentina
23/24 Lugar
Argélia 27 – 25 México

Classificação final – 9.º Alemanha, 10.º Islândia, 11.º Tunísia, 12.º Coreia, 13.º Eslovénia, 14.º Egipto, 15.º Polónia, 16.º Chile, 17.º Noruega, 18.º Sérvia, 19.º Brasil, 20.º Geórgia, 21.º Argentina, 22.º Bahrain, 23.º Argélia, 24.º México.

O Formador

Arbitragem – Formação – 2017/2018 - II

ACÇÕES DE FORMAÇÃO
(Viseu de 18 a 20-08-17)

Começamos este texto por publicar parte do Artigo 8.º do Dec. Lei 93/2014, que rectifica o Dec. Lei 248/B de 2008 (Regime Jurídico das Federações), não publicamos o mesmo no seu todo por a restante matéria é irrelevante para o caso em apreço, assim diz:
Devemos ainda para bem da verdade que o CA é um órgão da FAP, e não um organismo independente, assim encontra-se sujeita, às normas constantes, na legislação e que foram vertidas para os estatutos da FAP.

A Verdade é que até ao momento, o CA, não fez publicar no Portal da Federação, nem o programa dos cursos a realizar em Viseu, nem fez publicar as suas circulares 1, 2, e 3, relacionadas com estas acções, encontrando-se assim completamente fora da Lei e dos Estatutos da FAP, com permissão da Direcção que desta forma se torna conivente com este tipo de acções.

Poderemos ainda informar, que foram convocados 68 árbitros, e 21 delegados, para esta acção, nada poderemos dizer acerca dos “pseudo Oficiais de Mesa”, pois a Circular N.º 1, é uma repetição da 2, até ao momento em que escrevemos.

Não entendemos como se pode chamar a uma acçõa deste tipo (ver imagem) para Oficiais de Mesa, quando esta função deixou de existir, basta ver CO N.º 1 da FAP, ver regulamento Disciplinar da FAP, e ver ainda o chamado Regulamento dos CROM, assim parece-nos que existe um autêntico “navegar à vista”, e não sabemos o que andamos a fazer.
Para reforçar esta nossa presunção, verifica-se até que passaram para a função de Delegados, antigos Oficiais de Mesa, e que continuam na mesma função, indevidamente Presidentes de Associações (Este tema ficará para próximo texto), o que se poderá constatar, é que se verificou o afastamento completo de algumas das pessoas que faziam parte deste quadro, pergunta-se Porquê? O CA não gosta deles? São incompetentes? Ou é são incómodos, para alguém?

Como se pode ainda verificar pelo programa apresentado, vai-se falar em Orientações Técnicas, como pode falar-se em tal tema, cuja responsabilidade é exclusivamente da Direcção e do Presidente da FAP, se ainda nem sequer foi elaborado e divulgado, qualquer CO sobre a matéria, estamos mais uma vez a fazer uma “ultrapassagem”, será?

Estranho a Associação de classe, que dá pelo nome de APAOMA, nada dizer sobre qualquer assunto, pois limita-se na sua página do Facebook, a divulgar nomeações internacionais, muito mal vai a Arbitragem Nacional.

Por hoje ficamos por aqui, mas voltaremos ao tema das Arbitragens em breve.

O Regras